Esse voar maneiro foi ninguém que me ensinou Não foi passarinho Foi olhar do meu amor Me arrepiou todinho e me eletrizou assim quando olhou meu coração
Quando considero a breve duração da minha vida, absorvida na eternidade que vem antes e depois, o pequeno espaço que ocupo e que vejo ser engolido pela infinita imensidão dos espaços de que nada sei e que nada sabem sobre mim, fico amedrontada e surpresa, por me ver aqui e não ali, agora e não depois.